O nome, lido de dois jeitos.
Em inglês, Simple works são obras simples: pequenas peças de software, feitas com cuidado. E Simple. Works. é o que esperamos de cada uma: é simples, e funciona.
As duas leituras valem ao mesmo tempo. Quando um app nosso abre, faz o que promete e sai do caminho, ele cumpriu as duas.
Uma tarefa por app.
Cada app resolve uma coisa só, e uma coisa que você faz muitas vezes por dia: pausar a música, arrumar uma janela, mandar uma captura, achar um telefone. É pequeno no tamanho e grande no uso.
Uma tarefa pode ter várias partes, mas todas servem a ela. Se a descrição de um app precisa de um "e também", talvez sejam dois apps.
Cada app tem a sua filosofia escrita: por que ele existe, para quem é, o que promete e o que ele não é. Toda ideia nova para um app é conferida com ela antes de ser feita, e a pergunta não é se a ideia é boa, e sim se ela é deste app.
Na dúvida entre duas soluções, escolhemos a mais simples.
Amigos dos apps da Apple, não substitutos.
O iPhone e o Mac já vêm com ótimos apps, e não tentamos reinventar nenhum deles. Cada app da Simple Works fica ao lado de um app ou de um recurso da Apple e acrescenta o que falta.
O Music Keys não é um reprodutor: garante que as teclas cheguem ao app Música. O Mixtape não é um novo app Música: escolhe a próxima música, e a biblioteca continua lá. O Contacts Keys não é uma agenda: acha um contato a um atalho e, para editar, leva você ao Contatos.
Complementar também quer dizer não servir a um concorrente: o Music Keys serve só ao app Música, de propósito. E complementar não é repetir: um app que só refaz o que o macOS já faz não tem motivo para existir. Ele precisa cobrir o que o app da Apple não cobre.
Quando o app da Apple já faz bem, não refazemos. Quando falta algo, fazemos só isso.
Simples também no preço.
Ser simples também é não ter mensalidade. Cada app tem uma compra única, na App Store, e nenhum cobra assinatura ou plano, nem pede uma conta. O Mixtape só precisa da assinatura do Apple Music, que é da Apple.
Quem compra a versão 1 fica com a versão 1 para sempre, com todas as atualizações dela, que a App Store entrega sem custo. Se um dia existir uma versão 2, ela será outro app, com a sua própria página e a sua própria compra, e a sua versão 1 continua funcionando.
E não temos pressa de fazer uma versão 2. O objetivo é que a versão 1 resolva a tarefa por muito tempo: um app que faz uma coisa só não precisa de uma versão nova a cada ano para continuar útil.
Privacidade como regra de construção.
Os nossos apps não coletam nada: sem estatísticas, sem anúncios, sem rastreamento e sem cadastro. Quase todos nem têm código de rede, e o isolamento do macOS impede que eles usem a internet. Não é um ajuste que alguém pode desligar: é como eles são feitos.
Quando um app precisa da internet para fazer a sua tarefa, como o Mixtape, que toca o Apple Music, a exceção é dita às claras, com o motivo. Mesmo assim, nada vai para um servidor da Simple Works. E cada app pede só as permissões que a tarefa exige, explicadas na hora em que pede.
Leveza medida e mostrada.
Os apps são nativos, escritos em Swift e SwiftUI, sem nada que não precisem. Quando você não está usando, eles não fazem nada, e o processador fica livre para o que importa.
A memória que cada um usa é medida e publicada, mesmo quando o número não é redondo. O compromisso não é com um número bonito: é com o esforço de gastar o mínimo e com a honestidade de mostrar o que foi medido.
O que nunca faremos.
- Cobrar mensalidade
- Mostrar anúncios
- Pedir uma conta
- Rastrear o que você faz
Quem faz.
A Simple Works é uma empresa pequena e independente, feita no Brasil. Quem faz os apps é quem responde o suporte, em português, inglês, espanhol ou alemão, os mesmos quatro idiomas de todos os apps e deste site.
Sem mensalidade e sem anúncios, quem mantém os apps vivos é quem gosta deles: comprando, contando para alguém e, se quiser, apoiando a Simple Works.